Ser bombeiro não é apenas vestir uma farda.

Não é apenas atender um alerta ou sair quando a sirene toca.

Ser bombeiro é muito mais do que isso.

É estar presente, mesmo quando o corpo está cansado.

Mesmo quando o coração pede descanso.

Mesmo quando as circunstâncias não são as melhores.

Ser bombeiro é deixar tudo para trás num segundo.

A família, o jantar na mesa, o momento de descanso, a própria tranquilidade.

É ouvir a sirene e sentir que alguém, em algum lugar, precisa de nós.

Ser bombeiro é dizer “pronto” sem perguntar porquê.

É avançar sem saber exatamente o que vamos encontrar.

É enfrentar o medo, o perigo e a incerteza.

É salvar vidas sem olhar para trás.

É estender a mão quando alguém já perdeu quase toda a esperança.

É ser força quando outros já não têm forças.

Ser bombeiro é continuar, mesmo quando o cansaço pesa.

Mesmo quando há opiniões diferentes.

Mesmo quando nem tudo é perfeito.

Porque ser bombeiro também é união, sacrifício e coragem.

É seguir em frente quando a vontade, às vezes, é parar.

É levantar-se outra vez depois de uma noite difícil.

É voltar ao quartel sabendo que amanhã pode acontecer tudo outra vez.

E, no fundo, há algo que explica tudo isto.

Algo que não se vê, mas sente-se.

O amor à farda.

Um amor que não se explica facilmente.

Um amor que nasce no coração e cresce a cada saída, a cada missão, a cada vida tocada.

Porque, no fim de tudo…

ser bombeiro não é apenas uma função.

É uma forma de viver.

E quem sente este amor sabe:

o amor à farda fala sempre mais alto.

Mais alto do que o cansaço.

Mais alto do que as dificuldades.

Mais alto do que qualquer obstáculo.

Porque ser bombeiro não é apenas ser.

É ser por inteiro.

Comente esta notícia


Meteorologia

Notícias

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.