A Autoridade Nacional de Proteção Civil, através do seu Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro testa esta sexta-feira, 11 de janeiro, um cenário fictício de um acidente ferroviário envolvendo matérias perigosas, simulando uma situação de emergência no Terminal de Mercadorias de Loulé.

Testar e treinar a intervenção dos Agentes de Proteção Civil (APC) e demais Entidades Cooperantes (EC) que concorrem para a resposta a uma ocorrência no âmbito do Plano Prévio de Intervenção (PPI) da ANPC para a Linha do Algarve são os objetivos do exercício, denominado «FerroExLoulé 2019», que decorre entre as 10:00 e as 12:00 horas.

Às 9:30 horas, no edifício de apoio ao Terminal de Mercadorias de Loulé, foi ealizado um briefing de apresentação e enquadramento do exercício e acolhimento dos observadores, que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Loulé, do Comandante Operacional Distrital (CODIS) de Faro e dos Oficiais de Ligação do Centro de Coordenação Operacional Distrital (CCOD).

O momento conjuga a oportunidade de a Infraestruturas de Portugal (IP), enquanto gestora da infraestrutura ferroviária, e a Takargo – Transporte de Mercadorias, S.A, responsável pelo transporte ferroviário de mercadorias, testarem os seus procedimentos internos de resposta em emergência e a interação com os APC envolvidos na resposta externa, nomeadamente na deteção, avaliação e decisão, aferindo ainda a capacidade de intervenção dos meios instalados naquela infraestrutura adjacente à Linha do Algarve.

Por sua vez, o Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro da ANPC pretende validar operacionalmente o Plano Prévio de Intervenção (PPI) que enquadra a resposta regional a eventuais acidentes na ferrovia.

O município de Loulé, através do seu Serviço Municipal de Proteção Civil, testará, também, os procedimentos instituídos na região no âmbito do apoio e sustentação das operações de proteção civil e socorro.

O exercício será coordenado institucionalmente pelo CCOD de Faro e pela Comissão Municipal de Proteção Civil de Loulé, envolvendo a Infraestruturas de Portugal (IP), a Takargo e os atores do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro que materializam o respetivo PPI, nomeadamente Bombeiros, Cruz Vermelha Portuguesa, GNR, Instituto Nacional de Emergência Médica e PSP, aos quais se juntam os demais APC e EC que se afigurem necessários na resolução do problema.

Fonte: ANPC