Os Bombeiros Municipais de Viseu e a Proteção Civil local receberam esta quarta-feira (19 de dezembro) duas viaturas e novos equipamentos. A cerimónia de entrega contou com a presença do presidente da Câmara, Almeida Henriques, que adiantou que o material custou 120 mil euros aos cofres do município.

O autarca referiu que os Bombeiros Municipais receberam uma viatura de comando que servirá para várias funções além da prestação do socorro, enquanto a Proteção Civil vai receber um outro veículo que será partilhado com o comando distrital.

Já em relação ao novo material, o presidente da Câmara salientou que os equipamentos vão permitir “dar-nos um salto” nos meios para o desencarceramento, permitindo o uso de materiais mais modernos e silenciosos de modo a provocar menos sofrimento à vítima nas ocorrências.

“Mais do que nunca, temos de estar preparados para as solicitações do dia-a-dia, sejam de risco ou mesmo de apoio em diferentes circunstâncias. (…) O nosso Município está a investir de uma maneira muito forte e efetiva para termos preventivamente uma capacidade de resposta excelsada no terreno”, disse.

Já o comandante dos Municipais, Jorge Antunes, referiu que os meios de socorro devem estar em constante atualização e explicou que a corporação tinha um equipamento elétrico de desencarceramento que estava ativo há 30 anos. “Agora temos um equipamento portátil que nos permite andar com ele sem estar agarrado a fios”, realçou.

Ainda assim, o responsável afirmou que ainda falta uma viatura especial de combate a incêndios, “para ser uma alternativa ao veículo que temos no Aeródromo”.

“Temos um modelo antigo, mas ainda está bom. (…) Mas, de um momento para outro, pode avariar. Portanto, o novo equipamento tem de ser equivalente àquele para substituir e para dar um contributo ao concelho de Viseu”, rematou.

A entrega foi feita no primeiro dia da greve dos bombeiros profissionais, que vai prolongar-se até 2 de janeiro. Os Bombeiros Municipais não aderem à greve pelo facto de o número de operacionais não ser suficiente para garantir serviços mínimos.

Fonte: Jornal do Centro